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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Slipknot


No final dos anos 90, após nove moradores da cidade de Des Moines, capital do estado de Iowa, se encontrarem, surge a banda Slipknot.Com influências de Black Sabbath, Slayer e Sepultura, a banda pegou carona no estouro das bandas de Nu-Metal pós-Korn, e ganhando destaque, devido a incrível capacidade musical e também a aparência dos integrantes, trajados de máscaras horripilantes (críticos achavam a aparência da banda ridícula) e macacões industriais. Outra marca da banda desde o início, é ter dado o “carinhoso” apelido de maggots aos fãs. As letras da banda sempre foram niilistas, sombrias, raivosas e melancólicas, o que caiu como uma luva no mercado musical da época. Pronto! O fenômeno Slipknot surgia!


Com seu nascimento em 1995, na já citada cidade de Des Moines, a banda conta com: Sid Wilson, DJ (número 0), Joey Jordison, bateria (número 1), Paul Grey, baixo (número 2), Chris Fehn, percussão (número 3), James Root, guitarra (número 4), Craig Jones, programador (número 5), Shawn “Clown” Crahan, percussão (número 6), Mick Thompson, guitarra (número 7) e o vocalista, Corey Taylor (número 8). A banda lançou seu primeiro trabalho em 1996, o tão cobiçado por todos os maggots do mundo: Mate.Feed.Kill.Repeat, raríssimo nos dias de hoje, graças a sua reduzida prensagem. Como o cenário musical de Des Moines era altamente monótono, a banda começou a ganhar uma certa fama na área. Após o interesse de algumas gravadoras, os caras acabaram tendo seu primeiro álbum distribuído por uma gravadora independente do estado de Nebraska chamada -ismist, com isso trazendo a atenção da major Roadrunner Records, que acabou por contratá-los e até hoje distribui os álbuns da banda.




O primeiro álbum na Roadrunner é o ótimo Slipknot, que elevou a banda a um novo patamar, onde somente bandas grandes estão. Produzido por Ross Robinson, este cd é considerado por muitos, um dos melhores na área do Metal e do Rock pesado em geral. Após o lançamento, a banda fez shows incessantemente para conseguir arrebatar mais “maggots”. Este número grande de shows culminou na apresentação do grupo no Summer Ozzfest, onde tocaram para um numero bem maior de pessoas e conseguiram um grande número de fãs. Por falar em shows, os do Slipknot causaram e ainda causam furor, graças a energia forte que a banda imprime no palco e as “bizarrices” dos caras! Sem contar que musicalmente todos os integrantes são muito bons, acima da média.


Com o tocar nas rádios dos singles “Wait And Bleed” e “Spit It out”, o grupo ganhou ainda mais espaço na mídia, porém o sucesso do Slipknot aconteceu em maior parte devido à boca-a-boca e a grande quantidade de shows. E na primavera americana de 2000, o álbum Slipknot (self-title) virou disco de platina, o primeiro disco platinado da Roadrunner, tornando a banda o ícone maior da gravadora.


Por causa do grande sucesso de seu disco homônimo, a segundo projeto do grupo era muitíssimo aguardada no meio musical. Porém, Iowa, o segundo disco do Slipknot, não agradou a todos e também não estreou em primeiro lugar na Billboard como esperado. Apesar de ter estreado em terceiro, e ter recebido criticas positivas por parte dos fãs, Iowa realmente não decolou. Depois de uma outra leva de shows e mais uma apresentação no Ozzfest, a banda deu um tempo em suas atividades para não causar muita superexposição, e também porque o grupo estava cansado das intermináveis tours. Durante esta folga do Slipknot, seus integrantes tiveram mais tempo para tocar seus projetos paralelos e atuar em outras áreas. O grupo criou seu próprio selo, a Maggot Recordings, e teve como primeira aquisição à banda Downthesun. Enquanto Jim Root e Mick Thompson trabalhavam em material solo, e Sid Wilson trabalhava debaixo do nome fantasia DJ Star Scream, Joey Jordison (atuando como guitarrista) trabalhava com um grupo chamado The Rejects e Corey Taylor iniciou uma banda intitulada Superego. Corey também contribuiu para a trilha sonora do blockbuster Homem-Aranha com uma canção solo, “Bother”. No verão americano de 2002, Joey se juntou ao guitarrista da fraca banda Static-X, Tripp Eisner, para formar o Murderdolls. Corey na mesma época reformulou sua antiga banda, Stone Sour, e lançou um ótimo álbum, aclamado pela crítica e até por aqueles que odiavam o Slipknot.Porém o clima não era tão amistoso e fresco assim nas “férias” do grupo.Taylor afirmou no site oficial da banda que seus integrantes não se falavam há meses, e que seria melhor que cada um tomasse seu rumo.
No inicio de 2003, o Número 8 retirou suas palavras, e ainda por cima anunciou que um novo álbum do Slipknot estaria por vir. No meio do ano, os caras começaram a trabalhar com o fenomenal produtor Rick Rubin, considerado um dos melhores do ramo. No começo de 2004, o grupo fez uma tour preparatória para a Ozzfest e em Maio foi lançado o terceiro álbum da banda na Roadrunner, o muito prestigiado Vol. 3:The Subliminal Verses, considerado por muitos o melhor trabalho do grupo. Os caras ainda deram um “upgrade” nas máscaras, deixando-as mais futuristas. E então, novamente, o Slipknot seguiu sua rotina arrebatadora. Grandiosa tour e shows espetaculares por onde passam.
No entanto, eles queriam mais. Após o lançamento do álbum duplo "9.0: Live" - um registro de alguns shows da turnê do "Vol.3" - e do DVD "Voliminal", a banda decidiu entrar em férias por tempo indeterminado. Alguns aproveitaram o recesso para retomar antigos projetos, como, por exemplo, Corey e James, que reuniram novamente o Stone Sour. Eles emplacaram seu segundo álbum, "Come What(ever) May", nas paradas de sucesso, e fizeram uma extensa turnê mundial. Shawn, por sua vez, também fez alguns shows com seu projeto alternativo, o Dirty Little Rabbits, mas sem muito sucesso. Terminadas as férias, a banda começou a se reunir para a gravação do quarto álbum de estúdio, que, à epoca, ainda não tinha nome.


Durante o processo de gravação houve muita especulação em torno das novas máscaras e macacões. A banda sempre atualizava o site oficial com pequenos vídeos ou imagens relacionadas aos dias de trabalho no estúdio ou aos novos acessórios. Por algum tempo, muitos acreditaram que as máscaras-gigantes bizarras seriam os novos itens utilizados por eles. Porém, logo após "All Hope is Gone" ter seu tracklist liberado, foi ao ar uma foto que finalmente mostrava os nove usando seus novos acessórios. Alguns apresentaram mudanças significativas, como Corey e Sid, por exemplo, enquanto outros fizeram apenas algumas adaptações. As roupas passaram a ser individuais (embora ainda padronizadas), e não mais uniformes iguais para todos. Passada essa fase, veio o lançamento do disco, que rendeu excelentes numeros à banda, como o primeiro lugar nas rádios e em venda de discos em vários países.




A seguir, foi anunciada uma turnê européia, que, devido aos acidentes que Sid e Joey sofreram foi adiada logo em seguida. Enquanto a turnê mundial prosseguia, após a recuperação do #0 e do #1, foram lançados três singles: "Psychosocial", "Dead Memories" e "Sulfur". O primeiro concorreu ao Grammy de Melhor Performance de Metal, mas infelizmente perdeu o prêmio para o Metallica, com "My Apocalypse". Após um extenso período de shows e divulgação, a banda já pensa nas merecidas férias para o ano de 2010, enquanto alguns voltam a pensar em seus projetos paralelos - é o caso de Corey, por exemplo, que recentemente disse que pensa em lançar-se em carreira solo, além de gravar mais um álbum com o Stone Sour. Entretanto, a banda já garantiu que "All Hope is Gone" terá um sucessor, ainda sem data ou outros planos maiores divulgados.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Música Nova - Rodrigo y Gabriela

Quem nunca foi metaleiro na vida? eu sou e Rodrigo y Gabriela (Rodrigo e Gabriela) também. No caso dessa dupla mexicana de violão acústico, totalmente Flamenco, o heavy metal foi tão presente que influenciou não só o set list como a maneira de tocar. Rodrigo y Gabriela formam um dueto musical mexicano que se especializam em tocar violões de flamenco em um ritmo bem rápido. Os membros da dupla estão Rodrigo Sanchez, guitarra, e Gabriela Quintero, guitarra rítmica.
O casal, agora reside em Dublin, na Irlanda, mas são da Cidade do México, - México.
A dupla se encontrou na Cidade do México enquanto tocava em uma banda de thrash metal chamado "Tierra Ácida". Crescente frustração com o limitado cenário musical nacional, pegaram as raízes e se mudaram para a Europa, onde eles se encontraram, tocaram e foram aclamados .


Tocaram muito tempo num lugar fixo em Dublin, na Irlanda, após a audiência, era um lugar que normalmente acolhia músicos que viajavam. Fizeram shows ao vivo em vários bares e casa de shows na Grafton Street e Temple Bar que lhes permitiam praticar a boa música. Em 2005, fizeram tourne em festivais por todo o Reino Unido e além.
A dupla lançou três discos - Foc, ao vivo em Manchester e Dublin, - antes de gravar o seu álbum auto-intitulado Rodrigo y Gabriela que foi produzido por John Leckie. Ele entrou para o irlandês Albums Chart na posição de número 1 batendo Arctic Monkeys e Johnny Cash para o primeiro lugar.  Ele foi lançado internacionalmente em 13 de Março de 2006, tendo sido dada uma versão anterior do irlandês. Rodrigo y Gabriela inclui covers de Led Zeppelin "Stairway to Heaven" e Orion do Metallica ". A lista dueto Metallica como estando entre as suas principais influências, a par de outras bandas de heavy metal, como Megadeth, Slayer, Testament e Overkill. As outras faixas são obras originais inspirados por lugares que foram e as pessoas que conheceram. Live in Japan foi lançado em 20 de outubro de 2008 (Reino Unido), e inclui 14 faixas e um DVD bônus contendo 5 vídeos.
O Led Zeppelin cover song pode ser encontrada no álbum Classics Rhythms del Mundo.
Sua característica na MTV lhes deu um enorme impulso na popularidade nos E.U.A.
Eles estão expostos em "Nightmare Revisited", um álbum de tributo à música de Tim Burton's The Nightmare Before Christmas. O dueto fez uma versão instrumental de "Oogie Boogie's Song".
Também apoiaram Muse at Wembley Stadium, Muse, quando tocaram lá em junho de 2007. Realizaram neste ano Electric Picnic Festival nos dias 4, 5 e 6 de setembro de 2009.


Atualmente lançaram um novo álbum, intitulado 11:11, em setembro de 2009. Após o lançamento do novo álbum, ficaram bem popular, com isso foram apresentados no Monday Night Football, 12 de outubro de 2009,  com eles celebraram Latino Heritage Month, e estiveram em Dancing with the Stars, uma semana depois.

Disponibilizei o álbum Rodrigo y Gabriela para quem quiser baixar.
Para quem gostar e quiser segui-los no Twitter:  /rodgab

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Terça de música nova: Dead Man's Bones

Mais uma terça musical, e na maioria das terças, vamos falar um pouco de música nova, assim como todo dia o governo inventa mais um imposto, surge também uma nova banda. A intenção aqui, é só postar bandas de qualidade, pode ser que não agrade a todos, já que gosto cada um tem o seu, mas tentemos agradar a maioria.
Pois bem, a banda desta terça é a Dead Man's Bones, que é uma mistura de Gótico com Folk, formado pelo ator Ryan Gosling (Um Crime de Mestre / A Garota Ideal / Cálculo Mortal e outors filmes que não me lembro) e o desconhecido Zach Shields 



O que contam é que um dia, Ryan e Zach foram até a Mansão Assombrada da Disneyland e ficaram encantados com o conceito da Mansão, nisso inspiraram o estilo para produção de um filme de terror e formaram o grupo para compor as músicas para o filme, aprenderam a tocar vários instrumentos, a finalidade era produzir um filme de terror desses estilos antigos mas ao mesmo tempo musical e romantico, imagine voce um musical sobre um casal de namorados fantasmas, legal né, poderia até ser um bom filme. Mas depois perceberam que o projeto ficaria muito caro e deixaram apenas as músicas que tinham composto.



 Foram incluídos no projeto o coral de crianças Silverlake Conservatory of Music, de Los Angeles. O estilo do som lembra muito as músicas do Beirut, porém sem as fanfarras, usado o tempo todo nas músicas de Beirut, porém o resultado de Dead Man's bones é um disco bastante assustador e poderoso, que mistura música e alguns conceitos de filmes de terror antigos.

Fica aqui um Link para quem quiser baixar o àlbum:
Dead Man's Bones 2009

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Banda de Quarta - Bad Company

Como de costume, toda quarta tentarei postar bandas antigas que fizeram sucesso. A banda dessa semana chama-se Bad Company, que surgiu no final do ano de 1973 com a dissolução definitiva do Free. Paul Rodgers, embora tivesse recebido um convite tentador para substituir Ian Gillan no Deep Purple, resolve montar uma nova banda, juntamente com outro membro do Free, o baterista Simon Kirke. Convidam o guitarrista do Mott The Hoople, Mick Ralphs, que aceita de imediato, pois estava insatisfeito com a liderança de Ian Hunter imposta por David Bowie. No baixo chamam Raymond “Boz” Burrel, ex-Centipede e ex-King Crimson.

Empresariados por ninguém menos que Peter Grant (famoso empresário do Led Zeppelin) assinam um contrato com a gravadora Island, e logo no início de 1974 lançam seu primeiro disco, intitulado somente “Bad Company”, que ocupa o primeiro lugar na parada Norte-Americana, lançando juntamente um single, “Can’t Get Enough”, que atinge o quinto lugar, ao mesmo tempo em que fazem um turnê de sucesso pela terra de Tio Sam. Logo que retornam gravam mais um disco, lançado no mesmo ano, o “Straight Shooter”, que atinge o terceiro posto nos EUA, além de mais um single no topo das paradas, “Feel Like Makin’ Love”.

Em 1976 sai “Run With The Pack”, com mais um single de sucesso, “Young Blood”. No início de 1977 outro play, o “Burnin’ Sky” cuja faixa-título atinge os primeiros lugares da parada. Apesar de todo o sucesso, a banda fica três anos sem gravar, retornando em 1979 com “Desolation Angels”, que sai pelo selo Swan Song (do Led Zeppelin). Embora à partir desse disco fizessem uso de sintetizadores, seu hard-blues continuava característico, e emplacam mais um single de sucesso nos States, a faixa “Rock’N’Roll Fantasy”.

Inexplicavelmente ficam novamente mais três anos sem gravar, retornando somente em 1982 com “Rough Diamonds”, bem aquém de seus trabalhos anteriores, o que acaba culminando com o fim da banda.

Kirke vai para o Wildlife, ficando por lá cerca de um ano e lançando um disco com a banda. Rodgers vai para o The Firm de Jimmy Page, depois sai para uma carreira solo bem sucedida. Burrel monta um projeto efêmero chamado Nightflight com Mick Moody (ex-Whitesnake) e Zakk Starr (filho de Ringo Starr).

Como Ralphs ficara desempregado, e Kirke e Burrel não conseguem obter êxito em outros projetos, resolvem remontar o Bad Company em 1986 com Brian Howe no lugar de Rodgers. A gravadora chega à lançar uma coletânea (“10 from 6”) anunciando o retorno da banda, que vêm na forma do álbum “Fame & Fortune” (o título já denunciava as intenções do pessoal, não?) lançado no ano seguinte. Porém a sonoridade da banda havia mudado muito, em parte devido ao vocal de Howe que era totalmente diferente do vocal de Rodgers, em parte graças ao amplo uso de sintetizadores, que de acordo com as palavras de Kirke numa entrevista da época “funciona muito bem em estúdio, mas ao vivo não dá muito espaço para o trabalho (de guitarra) de Ralphs”. Devido à isto, em seu próximo álbum, “Dangerous Age”, lançado em 1988 já pelo selo ATCO, há uma diminuição na ênfase dos sintetizadores. Porém, mesmo assim, os antigos fãs continuam torçendo o nariz para o estilo “americanizado” que a banda adotara. Talvez por isso Burrell deixa a banda em 1988, e a banda fica sem baixista definitivo até 1993, quando Rick Wills assume o baixo. Nesta época já haviam saído “Holy Water” e “Here Comes Trouble”, que contam com mais um membro, o guitarrista Dave “Bucket” Colwell.

Porém a banda andava insatisfeita com os vocais de Howe, e a gota d’água veio com o álbum “The Best Of Bad Company Live… What You Hear Is What You Get”, que retratava um show feito nos Electric Lady Studios que seria transmitido para algumas rádios Norte-Americanas, porém a gravadora propõe lançar um álbum ao vivo em comemoração dos 20 anos da banda. Acabam concordando, porém a intenção dos músicos era de lançar o álbum de forma mais natural possível, contudo Howe acaba regravando praticamente todos os vocais. Resolvem então mandá-lo embora, porém devido à problemas contratuais e interferência da gravadora a separação foi extremamente traumática.

Com a entrada do novo vocalista, Robert Hart, há uma injeção de ânimo na banda, e com ele gravam os álbum “Company Of Strangers” e “Stories Told & Untold”, no qual abandonam definitivamente o estilão comercial que haviam feito nos últimos tempos. De acordo com uma entrevista de Kirke à uma revista, “o que não consegue nos destruir acaba nos fortalecendo. Houve um momento no passado em que deixamos de ser simplesmente uma banda e isto que somos passou a ser um estilo de vida. Agora sinto que o círculo está encerrado – o som que fazemos hoje poderia muito bem ter sido feito há vinte anos atrás. Valeu à pena todos os problemas e atribulações pelo qual passamos em todos este tempo, pois sinto que agora chegamos onde deveríamos”

Retomando a formação original somente para algumas apresentações, a banda lançou em 2003 o álbum ao vivo “The Merchants Of Cool”.


Clique aqui para baixar o álbum Desolation Angels de 1979

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Banda de Quarta - Triumph


Quando se fala do Triumph, a primeira imagem que se vem à mente é a de uma arena lotada... e realmente, este Power Trio Canadense ficou famoso por levar multidões aos seus shows. Junto a outras bandas como Boston, Journey e Cheap Trick, fizeram parte do movimento de bandas do rock arena, chamado hoje em dia de AOR.

Formado em 75 por Rik Emmett (guitar, vocals), Gil Moore (drums) e Mike Levine (bass, keyboards), esses Canadenses chegaram a rivalizar com o Rush no começo de carreira (coisa da mídia). Tempos depois, o próprio público perceberia que isso não fazia sentido.

O primeiro disco deles chamou-se “Rock n’roll Machine”, e trazia como destaque as faixas “Takes Time” e “Rocky Mountain Way”.

“Just a Game” (79) foi o segundo álbum e trazia o clássico “Lay it on the Line”.

Até aí, a banda era apenas uma promessa, mas em 1980 eles mostraram todo seu potencial com o disco “Progressions of Power”. Impressionaram não só os Canadenses e Americanos, mas todo o mundo com um rock n’roll vigoroso com pitadas de progressivo e hard rock.

“Allied Forces” foi lançado e ganhou a América. O álbum conquistou rapidamente o disco de ouro na terra do Tio Sam, com a ajuda do hit “Fight the good fight”.

Nesta fase, o Triumph começava se mostrar cada vez mais pesado. O disco “Never Surrender” (82) rendeu mais um álbum de ouro nos EUA e Canadá.

As turnês da banda continuavam indo bem. Um fato importante a ser mencionado é que nos shows ao vivo, a banda utilizava um guitarrista convidado: Rick Santers. Os shows da banda tinham muito efeitos pirotécnicos, sendo um espetáculo para quem assistia.

“Thunder Seven” (84), “Stages” (85) e “The Sport of Kings” (86) marcaram o declínio da banda em termos técnicos e de vendagem.

“Surveillance” veio para redimir a banda das falhas anteriores. O álbum é um retorno às raízes e visava apagar o fiasco comercial que haviam sido os lançamentos anteriores. Boas canções como “Never say Never” e “All over Again” marcavam a despedida do guitarrista e vocalista Rik Emmet, que seria substituído por Phil Xenides.

Phil substituiu Rik apenas na guitarra. Os vocais agora passariam a ficar a cargo de Gil Moore, que já fazia esporádicas performances ao microfone. Este novo line-up estreiaria com o disco “Edge of Excess” que despertaria a curiosidade de todos que queriam ver como se sairia Gil como o vocalista oficial.

O álbum dividiu opiniões. De um lado os que aprovavam a força de vontade do baterista e do outro os que achavam que ele não tinha condições para tal. Destaques do disco vão para “Child of the City” e “Somewhere Tonight”.

Cedendo às críticas negativas, em 1995 eles lançariam “In the Beggining”, que contaria com a volta de Rik Emmet. O disco foi classificado como um renascimento da banda. A incrível canção "Blinding Light Show / Moon Child" demonstrava que o trio não estava para brincadeiras.

Após este álbum, a banda começou a fazer alguns shows e colocou o Triumph no seu devido lugar, entre os grandes do rock n’roll.


Solo de Rik Emmet


Para quem quiser baixar o álbum Thunder Seven (1984) na minha opinião o melhor. deixo aqui disponível.
Triumph - Thunder Seven (1984)